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Lamotrigina, soro

Não é preciso agendar

Prazo de entrega

Em até 7 dias úteis (incluindo sábados) às 18h

Orientações necessárias

Orientações para o cliente

  • Não há necessidade de preparo para este exame.
  • O cliente deve estar há, pelo menos, 15 dias com a dosagem estável da medicação.
  • A coleta precisa ser realizada antes do horário habitual de uso da medicação, mas, se existir suspeita de intoxicação, pode ser feita a qualquer tempo.
  • O nome do medicamento e o horário da última tomada têm de ser informados pelo cliente.

Manual do exame

Orientações necessárias

  • Não há necessidade de preparo para este exame.
  • O cliente deve estar há, pelo menos, 15 dias com a dosagem estável da medicação.
  • A coleta precisa ser realizada antes do horário habitual de uso da medicação, mas, se existir suspeita de intoxicação, pode ser feita a qualquer tempo.
  • O nome do medicamento e o horário da última tomada têm de ser informados pelo cliente.

Processamento e adequação da amostra

  • Anotar horário de coleta.
  • Centrifugar a 2200 g por 10 minutos a 18° C.
  • Aliquotar 1 mL de soro em tubo seco.
  • Enviar à seção refrigerado
  • Soro, volume ideal: 1,0 mL; volume mínimo: 0,5 mL.

Estabilidade da amostra

Temperatura ambiente: 8 horas;

Refrigerada (2-8ºC): 5 dias;

Congelada (-20ºC): 14 dias.

Método

  • Cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC).

Valor de referência

  • Nível terapêutico: 3 a 14 microgramas/mL

Interpretação e comentários

  • Este exame é útil no acompanhamento de indivíduos que fazem terapia com lamotrigina, uma droga antiepiléptica usada no tratamento de epilepsias refratárias. Os efeitos adversos desse medicamento são brandos e incluem rash cutâneo, sonolência, ataxia e tontura. Acredita-se que seu mecanismo de ação ocorra pela inibição da liberação de neurotransmissores excitatórios, como o glutamato. Sua meia-vida é de 30 horas, mas pode ser reduzida à metade pela administração concomitante de fenitoína ou carbamazepina e duplicada com a associação de valproato. A adição de lamotrigina ao esquema terapêutico causa pouca alteração nos níveis de outras drogas antiepilépticas. O uso associado de clorpropamida, flecainida e metaqualona interfere na acurácia da análise laboratorial. Os níveis terapêuticos de lamotrigina foram revistos e o limite superior da faixa terapêutica é agora maior do que o preconizado no passado, atingindo 14 microgramas/mL.

Outros nomes

Lamotrigina, pesquisa e dosagem no sangue, Lamictal®, pesquisa e dosagem no sangue, Lamictal, Lamitor, Neurium