Exame para diagnóstico da varíola por vírus Monkeypox

A a+ oferece o teste RT-PCR para detecção da varíola por vírus Monkeypox. Confira abaixo informações como prazo de resultado, quais unidades disponibilizam o exame e quando fazer o teste.

  • Teste RT-PCR

(em amostras de lesão de pele: vesícula, úlcera ou crosta)

Não há necessidade de agendamento prévio para realizar o exame nas unidades.

Tempo para disponibilização do resultado: em até 3 dias úteis* (sem contar o sábado) às 22h 

*Este prazo pode variar de acordo com a unidade. Por favor, ligue para a nossa Central de Atendimento para confirmar o prazo na unidade de preferência.

Faça a coleta em casa com o a+ até você. Verifique área de cobertura e mais informações em nossa Central de Atendimento.


Conheça as dúvidas e curiosidades mais frequentes e suas respostas:

 

Como surgiu a doença? 

O vírus Monkeypox (MPXV) pertence ao gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae. É comumente encontrado na África Central e Ocidental, muitas vezes nas proximidades de florestas tropicais, e tem aparecido cada vez mais em áreas urbanas. Seus hospedeiros animais incluem uma variedade de roedores e primatas não humanos. Com

a erradicação da varíola humana, em 1980, e a subsequente interrupção da vacinação contra a doença, o MPXV emergiu como o ortopoxvírus mais importante para a saúde pública, sobretudo a partir de maio de 2022, quando se iniciou o atual surto multinacional de dimensões sem precedentes. Este surto tem como peculiaridade o fato de não envolver os hospedeiros não humanos na cadeia de transmissão, ou seja, a transmissão de pessoa a pessoa é a via mais importante neste momento.

Como acontece a transmissão? 

  • A transmissão entre humanos é a mais importante atualmente e resulta, principalmente, do contato direto com as lesões de pele. Pode ocorrer, em menor escala, por contato com objetos recentemente contaminados. Existe transmissão por meio de gotículas respiratórias, porém, geralmente requer contato pessoal prolongado, o que coloca os profissionais de saúde, membros da família e outros indivíduos próximos de casos ativos em maior risco.
  • Nos países em que o vírus já circulava antes do surto atual, a doença tem comportamento zoonótico, isto é, a transmissão frequentemente envolve animais, Pode se dar por contato direto com sangue, fluidos corporais ou lesões cutâneas ou mucosas de animais infectados; A ingestão de carne e outros produtos malcozidos de origem animal parece ser um fator de risco. Pessoas que vivem em áreas florestais ou perto desses locais podem se expor indiretamente ao agente.
  • Pessoas com a doença devem evitar contato com animais domésticos, que podem se infectar. Alguns casos foram registrados recentemente, mas o papel desses animais na cadeia de transmissão atual é desconhecido.
  • Existe ainda a possibilidade de transmissão vertical da doença da mãe para o feto – que pode levar à varíola congênita – ou durante e após o nascimento.

Qual o período de transmissão do vírus? 

O período de transmissibilidade do vírus ocorre a partir do início dos sintomas até a completa cicatrização das lesões cutâneas e mucosas. Já o período de incubação é, em média, de 6 a 13 dias, podendo variar de 5 a 21 dias.

Quais são os principais sintomas? 

A infecção pode ser dividida em dois períodos.

  • O inicial dura até cinco dias e é marcado por febre, dor de cabeça intensa, dor nas costas, mialgia, astenia intensa e linfadenopatia – uma característica distintiva da varíola em comparação com outras doenças que podem parecer semelhantes. Vale ressaltar que nem sempre estes sintomas estarão presentes.
  • O segundo período geralmente começa dentro de um a três dias após a febre ter começado. Caracteriza-se por erupção, que, classicamente, tende a ser mais concentrada na face (95% dos casos) e nas extremidades (nas palmas das mãos e plantas dos pés, em 75% dos casos) do que no tronco. A doença acomete ainda as mucosas orais (70%), a genitália (30%) e a conjuntiva (20%), bem como a córnea. No surto atual, foram relatados muitos casos com poucas lesões, ou até mesmo lesão única, com preferência pela região genital ou perianal, o que torna importante a diferenciação com infecções sexualmente transmissíveis com quadro clínico semelhante.

Como prevenir? 

A maneira mais segura de se prevenir contra a varíola por MPXV é evitar o contato direto com pessoas infectadas e seus objetos de uso pessoal, lavar as mãos com água e sabão e usar máscara de proteção cobrindo nariz e boca, principalmente quando prestar cuidados a essas pessoas. O cumprimento das recomendações de isolamento dos doentes é fundamental para interromper a circulação do vírus na comunidade.


Para mais informações, entre em contato com nossa Central de Atendimento:

Telefone: 4020-8000

WhatsApp: (41) 4020-8000


08/11/22

08 de novembro de 2022

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