Pintinhas na pele? Entenda quando é preciso se preocupar

As pintas na pele são comuns e podem ser inofensivas, mas é crucial estar atento a qualquer surgimento de uma mancha ou alteração.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) orienta o autoexame da pele, com o objetivo de identificar um possível melanoma, um câncer de pele muito perigoso. Para saber quando procurar ajuda de um profissional, você pode analisar uma série de fatores através da regra ABCDE.

A Regra ABCDE:

Assimetria (A): Uma pinta benigna geralmente é simétrica, ou seja, metade da pinta é semelhante à outra metade. Se uma metade da pinta não coincide com a outra metade, isso pode representar um problema. 

Bordas (B): As bordas de uma pinta benigna são geralmente regulares e bem definidas. Bordas irregulares, borradas ou mal definidas podem ser um sinal de alerta.

Cor (C): Uma pinta benigna geralmente tem uma cor uniforme. Alterações na cor, como manchas que incluem tons de marrom, preto, azul, branco ou vermelho, podem ser indicativas de problemas.

Diâmetro (D): Embora o tamanho não seja o único indicador de risco, qualquer pinta cujo diâmetro seja maior do que 0,6 centrímetros deve ser monitorada.

Evolução (E): Mudanças ao longo do tempo em uma pinta, como crescimento, alterações na cor ou forma, coceira, sangramento ou qualquer outra evolução anormal, devem ser avaliadas por um profissional de saúde.

A regra ABCDE é uma ferramenta valiosa para ajudar na identificação de possíveis problemas de pele, mas mediante sinal de risco, é imprescindível procurar um dermatologista. Lembre-se de que o diagnóstico precoce salva vidas, motivo pelo qual as consultas regulares com o especialista são tão importantes! 


03/01/24

03 de janeiro de 2024

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