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Palivizumabe Synagis 50mg, med e aplicação, intramuscular

Agendamento necessário

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Prazo de entrega

Em até 2 dias úteis (incluindo sábados) às 18h

Orientações necessárias

Orientações para o cliente

I - Administração do medicamento

O medicamento palivizumabe deve ser administrado por via intramuscular (IM) em crianças lactentes até 24 meses de idade.

II - Critérios de realização

A administração dessa medicação pode ser realizada somente com prescrição médica.

Clientes menores de 18 anos de idade devem estar acompanhados de um responsável legal.

Não é necessário jejum, porém orienta-se não ingerir grandes refeições antes da administração da medicação.

A administração de palivizumabe é realizada somente após entrevista médica

No dia do atendimento, o cliente passará por uma entrevista com um médico do amais com o intuito de avaliar as condições clínicas para administrar o medicamento

Esse medicamento possui restrição:

  • Histórico de reação alérgica a doses anteriores
  • Hipersensibilidade a este medicamento.
  • Na presença de sintomas de doenças Infecciosas, principalmente febre.

Contate o seu médico caso apresente qualquer restrição mencionada acima para confirmar se pode realizar a infusão ou verificar a necessidade de realizar tratamento específico.

Não há restrição:

  • Para a resposta imune das vacinas de vírus vivos ou inativadas.
  • O calendário de vacinação da criança deve ser seguido independentemente da data de aplicação do Palivizumabe.
  • Não é necessário intervalo entre o palivizumabe e vacinas de vírus vivo atenuado, vacinas inativadas, vacinas orais e contendo patógenos ou toxóides.

Após a administração, o paciente será observado por 20 minutos.

Manual do exame

Orientações necessárias

I - Informações sobre a administração do medicamento

O medicamento palivizumabe deve ser administrado por via intramuscular (IM) em crianças de lactentes até 24 meses de idade.

II - Critérios de realização

  • A administração dessa medicação pode ser realizada somente com prescrição médica.
  • Não é necessário jejum, porém orienta-se não ingerir grandes refeições antes da administração da medicação.

A administração de palivizumabe é realizada somente após entrevista médica

-.No dia anterior ao agendamento um médico do Fleury entrará em contato via telefone com o paciente para fazer uma entrevista prévia com o intuito de avaliar as condições clínicas do paciente. Esta etapa é fundamental para a confirmação da aplicação do dia seguinte.

  • Há restrições para a aplicação da medicação em crianças com história de reação alérgica a doses anteriores do produto e hipersensibilidade este medicamento.
  • A administração do palivizumabe deve ser adiada em caso de quadros infecciosos agudos.

-- O palivizumabe não interfere na resposta imune das vacinas de vírus vivos ou inativadas. O calendário de vacinação da criança deve ser seguido independentemente da data de aplicação do Palivizumabe.

-- Não é necessário intervalo entre o palivizumabe e vacinas de vírus vivo atenuado, vacinas inativadas, vacinas orais e contendo patógenos ou toxóides.

Após a administração, o paciente deverá ser observado por 20 minutos.

Caso o cliente entre em contato referindo reação adversa após a aplicação do Palivizumabe, acionar via celular os médicos assessores.

Interpretação e comentários

  • Palivizumabe é destinado à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em pacientes pediátricos com alto risco para doença por VSR.
  • Palivizumabe é um anticorpo monoclonal humanizado (IgG1) produzido por tecnologia de DNA recombinante. O anticorpo é dirigido contra um epítopo do sítio antigênico A da proteína de fusão (F) do vírus sincicial respiratório (VSR) e demonstra atividade neutralizante e inibitória da fusão do vírus. O anticorpo consiste em 2 cadeias pesadas e 2 cadeias leves; 95% das sequências de aminoácidos (estrutura) são de origem humana, e 5% (locais de ligação ao antígeno) são de origem de camundongo. Após administração intramuscular, o palivizumab é distribuído pela via hematogênica por todo o corpo, incluindo o trato respiratório inferior. Quando o VSR encontra palivizumab no trato respiratório inferior, o anticorpo se liga à proteína F e impede a mudança conformacional estrutural que é necessária para fusão do envelope viral do VSR com a membrana plasmática da célula epitelial respiratória. Sem fusão, o vírus é incapaz de entrar na célula e incapaz de replicar. Ademais, o palivizumab também previne a fusão célula a célula de células infectadas por VSR.
  • O palivizumabe pode interferir com alguns testes de diagnóstico de VSR, como detecção de antígenos e cultura celular. Portanto, os resultados de testes de diagnósticos, quando obtidos, devem ser utilizados em conjunto com achados clínicos para guiar decisões médicas.
  • Indicações:

-- Crianças prematuras nascidas com idade gestacional ? 28 semanas (até 28 semanas e 6 dias) com idade inferior a 1 ano (até 11 meses e 29 dias).

-- Crianças com idade inferior a 2 anos (até 1 ano, 11 meses e 29 dias) com doença pulmonar crônica da prematuridade, displasia broncopulmonar, ou doença cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica demonstrada. Os critérios para indicação são:

  • Crianças com doença pulmonar crônica que necessitem de oxigênio suplementar, broncodilatador, diurético ou corticoterapia nos 6 meses anteriores ao início da sazonalidade do VSR.
  • Dentre as crianças com doença cardíaca congênita (DCC), as que mais se beneficiarão com a profilaxia com palivizumabe são as portadoras de cardiopatia acianótica em uso de medicamentos para controle de insuficiência cardíaca congestiva e necessitam de correção cirúrgica e também as crianças com hipertensão pulmonar moderada a grave.

-- No segundo ano de vida a profilaxia com palivizumabe não está recomendada com base em história de prematuridade isolada. Deve ser considerada a indicação de profilaxia durante a sazonalidade do VSR, nas seguintes condições:

a) Crianças com cardiopatia congênita indicada segundo critérios acima e que permanece com repercussão clínica da doença, com necessidade de uso de medicamentos específicos; b) Crianças que preencheram critério de doença pulmonar crônica da prematuridade e continuam necessitando de tratamento de suporte como o uso de corticoide para doença pulmonar crônica, diurético ou suplemento de oxigênio durante os seis últimos meses, antes do início da segunda sazonalidade do VSR.

  • Os dados atualmente disponíveis não dão mais suporte à recomendação do uso universal de profilaxia com palivizumabe para crianças prematuras com 29 ou mais semanas de gestação.
  • Contraindicações:

-- Há restrições para a aplicação Desta imunoglobulina em crianças com história de reação alérgica a doses anteriores do produto e hipersensibilidade a medicamentos com imunoglobulinas homólogas.

  • Precauções:
  • Infecção aguda ou doença febril moderadas a graves são uma contraindicação relativa para o uso do palivizumabe.
  • Doença febril leve, a princípio, não contraindica a administração de palivizumabe, cabendo ao médico assistente a decisão de administrar ou adiar de acordo com as condições clínicas.
  • A interrupção do uso de palivizumabe no intervalo recomendado, não causa, a princípio, sintomas desagradáveis a criança, porém cessará o efeito protetor do medicamento na proteção de infecção pelo VSR. Caso isto ocorra, poderá(ão) ser administrada(s) a(s) dose(s) subsequente(s), sem ultrapassar o período da sazonalidade para VSR, mantendo, caso falte mais de uma dose dentro deste período, o intervalo de 30 dias entre elas.

Doses e intervalos

I - O número total de doses indicadas dependerá do mês de início das aplicações, variando, assim, de 1 a 5 doses. Para crianças nascidas durante a sazonalidade do VSR, poderá ser necessário menos que 5 doses, uma vez que o medicamento não será aplicado após o término da sazonalidade.

  • A sazonalidade para o VRS deve ser seguida por todos os serviços de saúde autorizados para administração de palivizumabe nos respectivos estados e DF. A primeira dose deve ser administrada um mês antes do início do período de sazonalidade do VSR. Na região sudeste, o período de sazonalidade é de março a julho, logo, a medicação deve ser feita de fevereiro a julho.

II - A dose preconizada é de 15mg/Kg, a cada 30 dias, no total de, no máximo, cinco aplicações mensais consecutivas, dentro do período sazonal. A primeira dose deve ser administrada um mês antes do início do período de sazonalidade do VSR e as quatro doses subsequentes devem ser administradas com intervalos de 30 dias durante este período no total de até 5 doses.

Efeitos adversos

  • Locais: dor ou inchaço podem ocorrer no local da injeção.
  • Sistêmicos: infecções do trato respiratório superior, otite média, rinite, faringite. Reações alérgicas, incluindo muito raramente a anafilaxia, foram relatadas após a administração de palivizumabe.

Composição

SYNAGIS? (palivizumabe) 50 mg:

Cada 0,5 mL da solução reconstituída com 0,6 mL de água para injetáveis contém:

Palivizumabe --- 50 mg

Excipientes: histidina, glicina e 5,6% de manitol.

SYNAGIS? (palivizumabe) 100 mg:

Cada 01 mL da solução reconstituída com 1,0mL de água para injetáveis contém:

Palivizumabe. --- 100 mg

Excipientes: histidina, glicina e 5,6% de manitol.

Onde realizar

Brigadeiro

Brigadeiro

Avenida Brigadeiro Luis Antônio, 2332 - Estac. conveniado Fac Park: Rua Manoel da Nóbrega, 88, Paraiso

Como chegar
Morumbi Dumont Villares

Morumbi Dumont Villares

Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 1143, Morumbi

Como chegar
Tatuapé Henrique Dumont

Tatuapé Henrique Dumont

Rua Henrique Dumont, 55, Vila Gomes Cardim

Como chegar